quarta-feira, 10 de julho de 2013

Superar, Nunca Desistir

 E agora a pouco ela se lembrou de quando ele sussurrou em seu ouvido, falando apenas duas palavras tão significantes e tão falsas, mas que conseguiu fazer com que um sorriso tímido, mas verdadeiro, brotasse em seus lábios. Com os olhos fechados, ela o amou, ela o seguiu, ela foi feliz ou iludida. Ela o sentia presente em cada passos, em cada brisa, em cada batida do seu coração. Quando ele se foi, os sonhos terminaram, e aquelas palavras provaram que tudo era falso, provaram que aquilo foi tão falso como um “eu te amo” nos dias de hoje. Só palavras, sem sentimentos, só lagrimas que caíam delicadamente no chão, memórias, palavras esparramadas pelo chão, e um coração partido em sua mão. Era tão ingênua, tão frágil. Ela lembrava uma bailarina numa caixinha de musica, que ainda não estava pronta para ser aberta, mas, que ele com seus olhos amáveis, passou confiança a ela rodando-a em seus braços e com beijos suaves, ela foi feliz. Foi para ele que ela guardou o amor, foi para ele que ela iria falar o seu primeiro “eu te amo”.

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